O Mundo Parindo Filhos Ingratos

Era o mundo um homem sem mulher.
Ela era a terra espalhada no universo. Vistosa belíssima…
 
      Ela teve filhos entrou em gestação. A cada ano milhares de filhos a percorria, seu desejo era ser adorada, ela tinha flores em si, tinha seus rios, lagos nascera para ser mãe esplêndida, tinha uma imensidão contornado-a. De dia brilhava nela todo o sol, o universo a completava. Os seus filhos, batizados pelo nome… humano, era sua base de complemento.
      A Terra vivia para eles, para seus filhos de carne. O senhor Mundo, era o pai, cujos filhos dos mesmos haviam entrado em desapego de terreno. É como se, não coubesse aos humanos – filhos a capacidade de zelar-se. Como se a terra – mãe nos devesse algo, e não os filhos que sob ela pisam.
 
      Os anos iam se passando e o seu estado materno não já era o mesmo, a terra encontrava-se um ponto deprimido com as atitudes de seus filhos, que cresciam e andavam na ignorância com falta de cuidados para com ela.
 
      Porem é poucos os que sabem dar valor, poucos sabem a dor que ela sente desse parto externo, dessa ligação de mundo e humano. Ela os alimentou deu o que comer deu alimento de sustento. Isso ate hoje sem cobrança. Pois mãe nunca é cobrança é aliança.
 
      E os filhos gerados o que fazem? Cobram, só sabem cobrar de falhas geradas por eles mesmos, e culpam o mundo por não gerar êxito para si, são filhos egoístas que deveriam está na orfandade de mundo. Porem ele como o grande pai nunca os abandona sempre se renova e junto com a mãe terra os abriga.
 
      Como toda família o mundo deseja que o ser humano cresça e assuma com suas escolhas e não o culpe dos seus fracassos.
 
      Isso aqui é uma relação, a relação de mundo e humanos, humanos que só sabem reclamar que ele só lhe condena. Um necessita sempre do outro, contudo se, você não cuida do seu apoio ele se decai. Ele se revolta e lhe traga como o pior dos viciados, ate lhe consumir por completo.
 
      Quantas vezes culpamos o mundo pelas nossas tragédias? Quantas vezes culpamos o mesmo pelos nossos erros? Somos o fraco construtor da nossa desgraça e cuspimos no chão, no rosto da nossa mãe: a Terra.
      Culpamos essa vastidão que nos abraça, e a terra como se eles nos devesse há mais, porém nos somos os devedores. Meus caros amigos vocês tem a livre escolha de suas atitudes de seus desejos de suas vontades, culparem os outros é fácil difícil culpar-se a si mesmos das suas indevidas vontades. ’’
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Myra Soarys

Intensa. Provocadora e sabe o quer. Adora Literatura de cordel e música boa. É pintora e desenhista. De personalidade forte. Um pouco impaciente. Expõe seus pensamentos. Os mais sadios e os mais doentios.

  • muito bom Myra bela inspiração, devemos sim respeito à quem nos gerou. Abraço

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