Língua Estrangeira – Contextualizar é Preciso

Learn everything you can, anytime you can, from anyone you can; there will always come a time when you will be grateful you did. 

“Aprenda tudo o que puder, sempre que puder, de quem quer que seja; sempre haverá um momento em que você se sentirá grato por ter feito isso.” (Sarah Caldwell)

Pensar no aprendizado de uma língua estrangeira é aceitar um grande desafio analítico, afinal, circunstâncias presentes ao longo do percurso tendem a influenciar cada aprendiz na individualidade de seu conhecimento.

Com o advento das possibilidades virtuais e o consequente acirramento da competição no mercado de trabalho, a busca por fluência linguística tem despertado inúmeras questões, sendo a mais elementar a que se refere ao período ideal para a imersão no segundo idioma – a resposta, porém, só emerge ao reconhecermos que a realidade específica na qual cada estudante está inserido impede a coletivização total de suas experiências como learner. Sendo assim, denota-se que a aplicação de metodologias, em especial no ambiente escolar, depende exclusivamente da relação professor-aluno instituída nos primórdios do ano letivo, tendo como mediador a capacidade de cada um em superar as barreiras que dizem respeito à língua.

O itinerário rumo ao desbravar de uma nova cultura é, portanto, algo que, além de exigir compreensão por parte dos envolvidos, requer contextualização imediata e contínua, opinião reiterada no artigo “Fluency – Discovering a New World”, de minha autoria, cujo trecho está transcrito abaixo:

(traduzido do original em Inglês)

“Aprender uma língua estrangeira é mirar um horizonte desconhecido, permitindo-nos iniciar uma jornada única que inclui infinitas experiências — certamente, uma de suas maiores consequências é o descobrimento de diversos aspectos que nos tornam hábeis a desvendar a história de uma nação, demonstrando que o aprendizado de um segundo idioma nunca é um processo isolado.”

Como mencionado, é necessário erradicar o isolamento entre os contextos da língua e a vida do aluno para que o learning funcione com efetividade. Dessa forma, denota-se que o elo que une os interessados em “desbravar novos mundos”, em sua variedade de objetivos pessoais, é a necessidade de contextualização, a qual tende a facilitar o entendimento e reduzir os obstáculos encontrados ao longo da “maratona” cuja linha de chegada é a proficiência.

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Renan Schwingel

Nascido em 2001, atualmente cursa o Ensino Médio no SENAI Concórdia. Tem expressado seu interesse pelo aprimoramento da causa educacional ao atuar como Jovem Embaixador pela FIESC desde 2015, sempre acreditando no poder da liderança e da reflexão.

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