Engajar: sinônimo de crescimento

No limiar do atual século, é visível que a arte da cooperação encontra no engajamento seu principal aliado. Tendo em vista os diversos elementos que constituem o trabalho grupal, faz-se necessário compreender que, em meio a expectativas individuais, a preservação dos objetivos coletivos deve prevalecer. Tal perspectiva, entretanto, tende a gerar discussões – considerando que, na prática, muitas ideias necessitam de adaptações para que obtenham validade.

Como converter tantas aspirações em um só propósito? Engajar é, sobretudo, trilhar um caminho de sucesso cujo requerimento básico é a atuação do líder. Na esperança do alcance de metas quaisquer, deve partir do indivíduo o sentimento de liderança que, ao longo do processo, fará a diferença no estabelecimento de focos para o grupo. Vale reiterar que a flexibilidade, em contraponto à rispidez, merece protagonizar as relações humanas em todos os momentos  – o que possui ainda mais importância no contexto em questão.

Sem dúvidas, ao cumprir com êxito as atribuições a ele concedidas, o líder agrega à sua imagem o poder de engajar – verbo que, perante a globalização, adquire valor incontestável. Engajar é, portanto, redefinir os paradigmas que permeiam a coletividade e, com a mediação do líder, ampliar de forma indireta a visão de cada um a respeito dos objetivos pensados. Outrossim, percebe-se a eficácia de toda e qualquer estratégia quando os atores envolvidos incorporam, ao fim do percurso, a habilidade de reproduzir o papel do líder e, dessa forma, perpetuar a imprescindibilidade do ato de engajar.

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Renan Schwingel

Nascido em 2001, atualmente cursa o Ensino Médio no SENAI Concórdia. Tem expressado seu interesse pelo aprimoramento da causa educacional ao atuar como Jovem Embaixador pela FIESC desde 2015, sempre acreditando no poder da liderança e da reflexão.

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